Psicologia a favor da arquitetura dos restaurantes

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Você sabia que a psicologia pode ser utilizada a favor da arquitetura dos restaurantes?

 

Design não é só criatividade. Por mais artística e conceitual que seja, a arquitetura também pode ser baseada em valores científicos. Tendo isso em mente, muitos dos projetos que instigam o maior impacto nas emoções são aqueles que interconectam esse segmento à psicologia.

Como se sabe, existem análises realizadas que demonstram os motivos pelos quais a visão, o olfato ou o tato evocam respostas em determinados indivíduos, razão pela qual psicólogos estão constantemente realizando experimentos de forma a avaliar como esses gatilhos específicos influenciam o bem-estar e o comportamento dos consumidores.

Assim, compreender esses estímulos e suas repercussões são o ponto principal para criar um ambiente focado nas demandas individuais dos seus frequentadores. Visto isso, muitos arquitetos passaram a aplicar esse conhecimento em seus projetos diários para entender o que faz os usuários reagirem às suas criações, sejam elas em grandes empresas, consultórios ou locais gastronômicos.

Mas, afinal, quais características são usadas a favor na hora de criar a arquitetura de um restaurante? Compreenda.

Gestalt para a percepção

A Gestalt estuda como os seres humanos percebem os padrões. Segundo ela, o cérebro humano é conectado para ver a simetria e o equilíbrio como um todo unificado. Assim, tomando como base a similaridade, a continuação, o fechamento e a proximidade, as pessoas geram uma percepção visual dos elementos de uma maneira sincronizada, mesmo que sejam induzidas a fazê-lo.

Por esse motivo, é interessante usar algumas ilusões de ótica para enganar o cérebro e criar essa compatibilidade e proporção que, ao bater os olhos, irá agradar o cliente. Um exemplo disso, seria usar linhas que convergem de um único ponto de vista para dar um ar de profundidade em um ambiente que não seja tão grande ou acrescentar espelhos para ampliar o lugar.

Cores como aliadas

Um experimento realizado pela University of British Columbia e publicado pela Revista Science comprovou que a cor das paredes, de fato, influencia a imaginação e o humor de quem frequenta os estabelecimentos. Tendo isso em vista, é fundamental considerá-las na hora de optar pela paleta de cores que será utilizada em determinado bar ou restaurante.

Enquanto os tons fortes e quentes são excelentes para serem usados em fast foods e outros estabelecimentos que precisem de agilidade e rapidez, instigando os clientes, os tons mais delicados e frios levam calmaria e tranquilidade, removendo a pressa do consumidor e permitindo que ele se sinta à vontade para sentar, comer e aproveitar ao máximo o lugar.

Veja a sugestão de significado de alguns tons:

  • Amarelo: Prende a atenção do cliente e estimula a fome;
  • Laranja: Dá um clima mais alegre e desperta a compulsão do consumidor;
  • Roxo: Faz o cérebro associar o lugar às toxinas e ao veneno, ou seja, desista;
  • Verde: É interessante para quem tem um estabelecimento mais fitness e até vegetariano;
  • Vermelho: Por ser muito vibrante, acelera o cliente, fazendo-o ir embora rápido do local;
  • Rosa: Remete a doces e é perfeito para confeitarias e ambientes que vendem essas guloseimas;
  • Azul: Por estar relacionado à praia e à água, é bom para lugares que vendem frutos do mar;
  • Branco: Traz requinte para o lugar.

Atente-se ao teto

A psicóloga Joan Meyers-Levy, da Carlson School of Management, conduziu um experimento que examinou a relação entre a altura do teto e o estilo de pensamento. Ela demonstrou que, quando as pessoas estão em uma sala com teto baixo, tendem a ter uma ideia de confinamento e restrição. Por outro lado, os que estão em salas de teto alto tendem a sentir-se livres e arejadas.

Além disso, a especialista também descobriu que as salas com tetos altos levam os indivíduos a se envolverem em estilos de pensamento mais abstratos. Assim, em vez de focarem apenas nos detalhes das coisas, eles podem ver o que elas têm em comum e, assim como citado no primeiro item, ver o todo.

Foque na especialização

Seja como for, o ponto é que a arquitetura tem consequências cognitivas reais e, para isso, é importante focar na contratação de uma equipe que seja especialista e esteja focada em realizar o trabalho levando esses pontos psicológicos e tantos outros em consideração. Afinal de contas, é o conjunto de diversos elementos que irá conseguir transmitir o conceito de determinado estabelecimento aos seus clientes.

Por isso, nada melhor do que conhecer os serviços realizados pela CN Dois Arquitetura, um escritório especializado há mais de quinze anos em projetos no ramo de alimentos e bebidas, como bares e restaurantes.

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